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SUSTENTABILIDADE: ALUNOS DO COLÉGIO SAGRADO DE MARÍLIA ESTÃO NA FINAL DO TORNEIO BRASILEIRO DE ROBÓTICA

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Por Célia Ribeiro Bonito, exuberante e altamente venenoso: o peixe-leão é o terror dos mares porque, sem um predador à altura, consegue se reproduzir rapidamente ameaçando outras espécies marinhas. E foi justamente esse ser intrigante que um grupo de alunos do Colégio Sagrado Coração de Jesus de Marília elegeu como ponto de partida para o trabalho que venceu a etapa regional do Torneio Brasileiro de Robótica (TBR), garantindo a classificação para a etapa nacional, que acontecerá em dezembro, no Rio de Janeiro.   Treino nesta semana Na faixa etária de 09 a 11 anos, Felipe Beraldo, Maria Vitória Ribeiro Martin, Gabriel Macedo Rocco, Elisabeth Miyahira Matsumura, João Pedro de Carvalho Siqueira, Luis Henrique Mendes Carvalho, Miguel Vicente Sant’Ana de Oliveira, Lucas Alves queda e Cauê Cavalcanti do Carmo Lima, representam três turmas de 4º ano e três turmas de 5º ano que estão trabalhando duro para a competição nacional marcada para os dias 10 e 11 de dezembro na capital fluminense....

COM APOIO DA MARCON, IGOR MATANO TRANSFORMA MUROS EM GALERIAS DE ARTE.

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Por Célia Ribeiro Às vésperas de completar 35 anos, a Metalúrgica Marcon tem parte de sua história registrada não apenas nos 1.300 produtos do seu portfólio: quem passa pela Avenida Nelson Spielmann, no bairro Palmital, se surpreende com o colorido do painel do artista Igor Matano que retrata desde o soldador até carrinhos e ferramentas que levam a marca da indústria mariliense para o mundo.  Muros da APAE têm 500 metros quadrados de arte Com aproximadamente 400 metros quadrados, o painel é um presente à comunidade, como explicou Daniele Rocha, do Departamento de Marketing da empresa: “A primeira coisa é entender a empresa com relação ao papel social que ela tem, que não é só gerar os empregos, não é só desenvolver a cidade economicamente. Mas, também, é trazer algo em prol da comunidade do entorno, principalmente”.  Desenho do soldador no muro da fábrica Ela contou que um dos sócios da indústria, Sílvio Marcon, viu o trabalho de Igor Matano no muro da Escola Estadual Monse...

PROJETO SOCIAL DEVOLVE A AUTOESTIMA ÀS MULHERES EM TRATAMENTO DE CÂNCER DE MAMA.

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Por Célia Ribeiro No calendário, o mês de outubro se despediu com o rosa característico da campanha pela prevenção ao câncer de mama em todo o País. No entanto, a folhinha de uma micropigmentadora de Marilia é diferente: tem “outubro” em todos os meses do ano porque o seu projeto social, que devolve a autoestima às mulheres, desconhece datas  e acontece de janeiro a janeiro.   Romilda Gianini e Fabianny no início do projeto em Marília Fabianny Andrade, casada, três filhos, apesar da agenda apertada, que concilia o atendimento de clientes com as aulas em cursos profissionalizantes, tomou para si uma missão: contribuir para devolver a autoestima às mulheres submetidas ao tratamento contra o câncer de mama através da micropigmentação das sobrancelhas e da aréola onde utiliza uma técnica refinada em 3D para criar a imagem do mamilo após a reconstrução das mamas.  Fabianny Andrade Conforme esta coluna registrou em 2020, Fabianny começou o trabalho voluntário em Sorocaba, e...

SUPERAÇÃO: PROFESSORA DE ARRAIOLO VENCEU A MORTE E INSPIRA AS ALUNAS NO ATELIÊ.

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Por Célia Ribeiro A tradição dos tapetes bordados em lã sobre tela de juta ou de algodão se popularizou na Vila de Arraiolos, em Portugal, embora haja relatos desta arte desde o século XII, na Península Ibérica. Em Marília, Rosana Cristina Serafim é o nome por trás das telas, lãs e agulhas que atraem cada vez mais interessadas. No entanto, nas tardes do ateliê no bairro Maria Izabel, mais que aprender sobre o ponto arraiolo, as alunas se deparam com uma lição de vida e de superação.   Rosana e um dos tapetes  bordados por suas aluna s Desde 2.000, quando teve o primeiro contato com a técnica, Rosana pratica e ensina o que aprendeu. E, dessa forma, ajuda a espalhar beleza através de trabalhos em tapeçaria, almofadas, pesos de porta, quadros, entre outros objetos, confeccionados por suas alunas. A produção, que pode ser demorada dependendo do tamanho da tela, também leva amor e solidariedade às entidades filantrópicas que sempre recebem doações para os tradicionais bazares d...

ARTE DO BEM: ARTESÃS RETOMAM ENCONTROS ONDE CRIAM PEÇAS COM FUNDO SOCIAL

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Por Célia Ribeiro O termômetro passava dos 30 graus na abafada tarde de quarta-feira. Mas, na pequena sala de uma conhecida instituição na zona leste de Marília, um grupo de aposentadas era pura animação. O riso fácil se misturava ao barulho das máquinas de costura e a maior preocupação era localizar a tesourinha que, mesmo amarrada em uma cadeira, se perdeu entre tecidos, rendas e enfeites. Assim aconteceu mais um encontro da “Arte do Bem”, um grupo que se juntou para criar peças cuja renda é revertida a entidades filantrópicas. Encontro da última quarta-feira Conforme essa coluna registrou em novembro de 2021, as artesãs têm em comum a vontade de ajudar o próximo. Como também são muito habilidosas, uniram o talento  à articulação do grupo que impulsiona a produção de uma grande variedade de itens que vão de bolsas, necessaires, tapetes, toalhas de mesa, de chá, de lavabo, panos de prato ricamente decorados, aventais, guirlandas, objetos de decoração, entre outros.  Layress ...

EM PARCERIA COM UNIVERSIDADE FEDERAL, ASSOCIAÇÃO PESQUISA E PRODUZ ÓLEO DE CANNABIS MEDICINAL EM MARILIA.

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Por Célia Ribeiro Como muitas crianças, Letícia aguardou o dia 12 de outubro com expectativa. No entanto, o triciclo que esperava ganhar não era um simples brinquedo: representava a superação de mais uma luta, entre tantas que vem travando, desde bebê, quando foi diagnosticada com uma das formas mais severas de epilepsia, a Síndrome de Lennox-Gastaut. Para ela, o óleo de Cannabis sativa, produzido em Marília por uma associação, trouxe esperança e qualidade de vida.  A pesquisadora Nayara e a filha Letícia Filha da enfermeira Nayara Mazini, que juntamente com Cláudia Marin foi uma das primeiras mães do Brasil a obter habeas corpus para o cultivo domiciliar da Cannabis e a produção artesanal de óleo para fins medicinais, a pequena Lelê é uma guerreira. Aos quatro anos, os médicos lhe deram uma expectativa de, no máximo, mais cinco anos de vida. Entretanto, desde o início do tratamento com a Cannabis, em 2018, as crises convulsivas vêm sendo controladas e Lelê leva uma vida quase no...